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CLIP - O Colégio Luso internacional do Porto oferece um currículo escolar internacional baseado no Currículo Nacional para a Inglaterra, com algumas modificações para se adequar aos objetivos filosóficos e pedagógicos da escola, e às circunstâncias locais do CLIP, como uma escola internacional no Porto, Portugal.

A escola tem equivalência com o sistema educativo Português, e todos os alunos locais estudam o currículo oficial nas disciplinas de Português e História de Portugal (5º ao 9º Ano), permitindo assim que os alunos se possam transfir para uma escola pública ou privada em Portugal, em qualquer ano, se assim o desejarem.


Vertentes

O currículo de toda a escola está concebido em torno de três áreas de aprendizagem interligadas chamadas vertentes. Estas são:
 

> Desenvolvimento Físico, Pessoal e Social: Os alunos aprendem sobre si mesmos e o seu lugar na sociedade. Aprendem como se manter saudáveis e ativos. Os alunos desenvolvem competências na construção de relações sociais e como trabalhar com os outros. Assumem a responsabilidade pela sua aprendizagem, e aprendem sobre os seus direitos e responsabilidades como cidadãos globais.
 

> Aprendizagem baseada nas disciplinas: Os alunos adquirem os conhecimentos, competências e percepções nas Artes, Línguas, Humanidades, Matemática e Ciências.
 

> Aprendizagem interdisciplinar - Os alunos exploram diferentes formas de pensar, resolver problemas e comunicar. Aprendem a usar uma variedade de tecnologias para planear, analisar, avaliar e apresentar seus trabalhos. Aprendem sobre criatividade, princípios de design e processos.

Normas e Padrões de Referência

Cada uma das três vertentes contém áreas de aprendizagem, chamadas de domínios. Em cada domínio, há normas e critérios que delineiam os conhecimentos, competências e comportamentos essenciais que os alunos devem demonstrar. No CLIP acreditamos que a coerência do ensino e aprendizagem beneficia de uma estrutura de padrões. A fim de melhor atender às necessidades da nossa população estudantil internacional, os currículos dos vários sistemas nacionais foram pesquisados e tornaram-se a base para a criação das normas e padrões de referência do CLIP. As estruturas para a aprendizagem do aluno, o desenvolvimento de unidades de estudo e a avaliação do desempenho dos alunos são informados por essas normas que, de uma forma ou de outra, se articulam em todos os setores da escola do Pré-Kindergarten ao 12º Ano.

Articulação curricular


No CLIP, o ensino e aprendizagem são orientados por um currículo que reflete a articulação como um meio de fornecer aos alunos as ligações relevantes entre as disciplinas e continuidade dentro das disciplinas.

  • Learning Stages Pre-K- Form 12

    O currículo de toda a escola adquire coerência através da articulação dos padrões de aprendizagem. Os padrões levam em linha de conta a investigação sobre as fases de desenvolvimento da aprendizagem. Esta pesquisa reconhece que enquanto a aprendizagem do aluno é um continuum desde a Pré-Kindergarten ao 12º Ano, e diferentes alunos desenvolvem a ritmos diferentes, de um modo geral os alunos progridem através de três fases de aprendizagem

  • Lower School Pré-Kindergarten – 4º Ano: LAYING THE FOUNDATIONS

    O currículo visa promover o desenvolvimento moral, social e cultural dos alunos, e preparar todos os alunos para as oportunidades, responsabilidades e experiências de vida. Ao proporcionar contextos ricos e variados para o aluno adquirir, desenvolver e aplicar uma vasta gama de conhecimentos, compreensão e competências, o currículo permite que os alunos pensem de forma criativa e crítica, para resolver problemas e fazer a diferença para melhor.

  • Middle School 5º – 8º Ano: BUILDING BREATH

    Os alunos constroem sobre as bases estabelecidas na Lower School (LS). Um programa curricular alargado fornece a base para uma aprendizagem profunda dentro e através de todos os domínios.

  • Upper School 9º – 12º Ano: DEVELOPING PATHWAYS

    O currículo permite aos alunos desenvolver a sua compreensão e ligação com a sua comunidade e o mundo que os rodeia. Os alunos começam a se concentrar nas áreas de especial interesse relacionadas tanto aos seus estudos no futuro e aos seus percursos para além da escola.

     

Acesso à Universidade

Para permanecer em Portugal, um aluno tem que conseguir a equivalência ao 12º ano do sistema educativo Português, passando o diploma AICE.
 

O sistema português permite que nossos alunos entrem na universidade sem terem feito os exames portugueses, através do uso de "Artigo 20-A". Os alunos têm de garantir que eles têm no seu diploma disciplinas que são consideradas como equivalentes pelas autoridades portuguesas às provas de ingresso nacionais. Por exemplo, se um aluno quiser entrar em Economia, então ele tem que incluir a Matemática e a Economia no seu currículo AICE, pois a Matemática e Economia são disciplinas obrigatórias para entrar nesta área em algumas universidades. Se um aluno escolhe uma universidade que não aplica o Artigo 20-A, então tem de fazer a prova de ingresso portuguesa. Cada ano, mais e mais universidades estão a aceitar o uso do Artigo 20-A nas suas candidaturas.
 

Para ir para uma universidade no Reino Unido (e vários outros países da UE) os alunos têm diferentes vias que podem seguir e pagar as mesmas propinas que os alunos do Reino Unido, que são subsidiados. Os alunos precisam de fazer exames A2 e não seguem os requisitos do diploma AICE. Cada universidade afirma claramente as suas exigências para a entrada e os alunos candidatam-se até ao dia 15 de outubro para Oxbridge e Faculdades de Medicina e até ao dia 15 de janeiro para outras universidades, no seu último ano de escola, muito antes de se conhecer os seus resultados. No entanto, em março eles têm ofertas CONDICIONAIS das universidades da sua escolha. Quando os resultados A-Level chegam em agosto e os resultados desejados foram alcançados, os alunos são imediatamente aceites. Se eles não conseguiram alcançá-los, há outras opções.
 

A entrada para uma universidade britânica não se baseia inteiramente nas notas, mas também na declaração pessoal do aluno e referência da escola, que acompanham a sua candidatura. No caso da Arte, o portfólio do aluno é decisivo e para Medicina, a entrevista é um fator decisivo. Além disso, o CV de um aluno ao longo de sua escolaridade tem um impacto grande, e para as universidades competitivas notas de A não são suficientes; por isso os alunos no CLIP são incentivados a trabalhar no sentido de construir um portfólio de habilidades, competências e atividades para complementar sua formação académica.

Estatística

Desde a sua criação, CLIP consistentemente alcançou sucesso com alunos a obter admissão a universidades em Portugal, no Reino Unido e em outros lugares. Entre 1996 e 2009, mais de 96% dos alunos do 12º Ano do CLIP entraram no ensino superior.

Atualmente, cerca de 47% dos nossos graduados estão a frequentar cursos universitários ou equivalentes no Reino Unido e 48% frequentam cursos em Portugal. Os alunos seguem uma série de cursos e carreiras, das artes ao ensino, mas as escolhas mais populares de cursos para os nossos graduados continuam a ser Engenharia, Economia, Administração e Gestão de Empresa, Medicina e outros estudos Bio-Médicos. Em 2010/11, 6 alunos entraram para a Faculdade de Medicina ou de Odontologia em Portugal; 2 no ICBAS e 1 na FMUP Porto; 1 na FMUL Lisboa; 1 em Coimbra e 1 no CESPU (Medicina Dentária).

Rua de Vila Nova, 1071
4100 - 506 Porto, Portugal

 

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